quarta-feira, 12 de abril de 2017

Como controlar as Crises de Ansiedade



Crise de Ansiedade.


 A própria frase torna as pessoas nervosas. No entanto, isso é o que muitos de nós sentimos nos dias atuais, uma sensação de ameaça iminente. Acrescente aí, os efeitos da crise econômica cortando o coração dos brasileiros, as pessoas sentem a crise como algo cotidiano.

Então o que você vai fazer se o seu filho está doente e você tem que levá-lo ao médico? Você vai chegar atrasado para trabalhar em um emprego que você tem medo de perder? Na sua frente há um enorme condicionamento no trânsito e você acabou de ter a notícia do falecimento de seu tio e que o funeral fica há 200 km de distância, e você tem que trabalhar naquele dia? Desesperador, não? Até mesmo para quem não sofre de TAG!

 O que fazer?  Colocando o seu cérebro sob controle. Você faz isso usando o poder do descanso ativo, usando seu cérebro da maneira que ele foi projetado para ser usado:

1. Em primeiro lugar, reduzir a sua ansiedade para que seu cérebro possa fazer o seu trabalho. Muitas técnicas de descanso ativo podem ajudar. Comece com a respiração profunda. Levante-se em linha reta e respire, use a contagem de quatro segundos (4 para inspirar e 4 para expirar) , depois a contagem de oito segundos. Repita durante cinco respirações.

Em seguida, tente relaxamento paradoxal: concentrar-se em pequenos músculos em seu rosto e cabeça. Note um que é ligeiramente mais tenso do que o outro próximo a ele. Agora, preste atenção a este músculo, sentindo e sentindo sozinho; Isso irá então fazer o restante do corpo relaxar. Com a prática, tanto a respiração profunda e relaxamento paradoxal pode ser feito com muito sucesso em 30 a 60 segundos. (Outras técnicas de repouso rápido e atenção-ativa, como o estímulo de orelha e auto-hipnose rápida, também são rapidamente aprendidas.)

2. Determine se sua ansiedade realmente é um transtorno, para isso você deverá observar se os sintomas estão te acompanhando há mais de seis meses, estes sintomas estão descritos em outros postes neste Blogue. Caso esteja com os sintomas por mais de seis meses, é essencial que você procure ajuda médica, um neurologista, psiquiatra e depois um psicólogo! Pode ser apenas uma pressão no trabalho, uma causa devido a carreira, ou a família.  Quando sobrecarregado, algumas pessoas muitas vezes acreditam que sua crise de ansiedade é verdadeiramente crítica até que eles começam a melhorar.

3. Use conexões sociais rápidas para aconselhamento. Entre em contato com alguns amigos e familiares que você realmente confia e admira, e pergunte se você pode chamá-los para obter conselhos, a qualquer hora e em qualquer lugar. A maioria da família e amigos estará sempre disposta a ajudar, mas é melhor perguntar bem adiantado. Use conexões sociais rápidas para acalmar rapidamente a ansiedade e melhorar o descanso social, um fator importante na saúde e sobrevivência.
O apoio social também é crucial para a liberação emocional. Mantenha consigo uma lista de amigos, familiares, conhecidos inteligentes e colegas de trabalho que você pode chamar ou contactar quando se sentir estressado - e chamá-los quando não estiver em crise.

4. Faça uma lista de prioridade. Tome os segundos que você precisa para anotar todas as coisas que você tem que fazer e rapidamente priorizá-los um por um. Assim sempre que adiantar as coisas, você vai  se sentir bem e realizado!

5. Quando se sentir incapaz de agir de forma eficaz, repita as técnicas de respiração profunda e relaxamento paradoxal. Lembre-se, essas técnicas podem ser feitas em menos de um minuto.

6. Depois de lidar com suas principais crises diárias, tente encontrar cinco minutos para sair e caminhar. A natureza pode acalmar as pessoas dentro de cinco minutos, e isso lhe dará a chance de refletir sobre suas prioridades e o que você pode fazer em seguida. Caminhe com os colegas na hora do almoço para que outras energias possam ajudá-lo.

7. Treine seu cérebro para pensar em soluções em vez de problemas. Comece por tomar três a quatro minutos naquele dia para escrever o que realmente está incomodando você e como você pretende enfrentar isso.

Ao escrever soluções, considere:

a) O que você pode fazer para evitar problemas semelhantes.
 B) Quem poderá  ajudá-lo a lidar com esses problemas.
c) Avalie o quão bem você lidou naquele dia.

8. Aprenda técnicas de descanso, como apreciar o seu "talento" ou movendo-se através do tempo e do espaço como formas de relaxar rapidamente e ter uma perspectiva para desafios diários. Com a prática, essas técnicas também se tornam redutores de ansiedade instantâneos.

Você sempre precisa controlar seu cérebro. Embora não tenhamos lidado com grandes crises como doenças com risco de vida, ou perdendo um emprego, tente estas coisas para lidar: Tenha tempo suficiente de descanso, que você, porque sem descanso adequado, você morre; Use o apoio social para aconselhamento e sobrevivência emocional; Tenha uma perspectiva diária; E treinar o cérebro para pensar em termos de soluções, não de problemas.
Problemas sempre estarão conosco. Ter processos que tornam as soluções criativas é uma parte comum da vida e cria confiança.

Então, eventualmente, se torna divertido. Uma vez que você realmente saiba como descansar, você sabe revitalizar-se - e evitar as crises do futuro.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Magnésio no tratamento da Ansiedade

Cloreto de Magnésio Usado no Tratamento da TAG

É cada vez mais comum e mais banalizado o uso de medicamentos contra a depressão, ansiedade, stress e outros sintomas mentais, como o pânico, a compulsão alimentar, as dependências de álcool e tabaco, e fobias diversas. Talvez estes sintomas possam estar ligados a uma deficiência de magnésio.
O magnésio relaxa o sistema nervoso por diversos mecanismos. Além de agir na musculatura contraída, ele também é bloqueador natural de um receptor cerebral chamado NMDA. Este receptor é estimulado pelo cálcio levando a uma hiperexcitação do cérebro, com irritabilidade, ansiedade, depressão e stress. O magnésio age como antagonista, impedindo esta hiperexcitação, ajudando a acalmar o sistema nervoso.
Texto: Dra. Tamara Mazaracki
Graduação em Medicina – UNIRIO
Membro da Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN
Título de Especialista em Nutrologia – Associação Médica Brasileira – AMB
Pós-Graduação em Terapia Ortomolecular, Nutrição Celular e Longevidade – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo – FACIS-IBEHE


O Cloreto de Magnésio mostra-se benéfico no tratamento de doenças do foro emocional e psicológico, tais como: apatia, confusão, depressão, desorientação, epilepsia, alucinações, irritabilidade, doença mental, esclerose múltipla, nervosismo, neurite, paranóia, doença de Parkinson, falta de memória, senilidade, entre outras.


Magnésio no tratamento da Ansiedade

Acha que é uma coincidência que, com o surgimento de transtornos de ansiedade , há também um aumento na deficiência de magnésio?
Estudos têm mostrado que pessoas que sofrem de depressão e ataques de pânico sofrem de baixos níveis de magnésio também.

O magnésio costumava ser um mineral abundante encontrado em vários alimentos. Mas com o tempo , as práticas de processamento de alimentos têm essencialmente retirado o magnésio da maioria das dietas, fazendo com que muitas pessoas sofram de falta de magnésio. ”

Embora possam haver outros sintomas de deficiência de magnésio (agitação, confusão, irritabilidade , tonturas, cãibras musculares , tensão alta , etc. ), a ansiedade tem se tornando um dos mais comuns.

Como é que o magnésio pode reduzir ataques de pânico?

Se está procurando maneiras de aliviar a ansiedade e ataques de pânico, o magnésio pode reduzir os efeitos devido à sua habilidade de relaxar os músculos, o que, por sua vez, mantém o coração e a mente calmos.

O magnésio acalma naturalmente o sistema nervoso e os músculos, enquanto que a deficiência pode resultar num corpo tenso e uma mente ansiosa .”  Elizabeth Walling em NaturalNews

Quando tomado regularmente, um suplemento diário de Magnésio pode proporcionar um alívio natural para a ansiedade. Não só a pessoa se sente mais relaxada, que é a principal função do magnésio e a razão pela qual ele pode ajudar nas noites sem dormir, mas também pode ajudar a fortalecer o seu coração e ossos.


Se você decidir tomar um suplemento de magnésio, opte por Cloreto de Magnésio P.A. uma vez que é a solução que contém todas as formas de magnésio (cloreto, orotato, espartato, sulfato, etc). O nosso organismo é muito inteligente, ele retirará do Cloreto de Magnésio P.A. o tipo de Magnésio que é mais urgente para o tratamento e equilíbrio do organismo.

O magnésio deve ser usado como uma cura para a ansiedade?

Existem muitas pessoas que afirmam que o magnésio curou a sua ansiedade.

****Quando a Ansiedade é o resultado da deficiência de magnésio, basta repor os níveis necessários para que o organismo entre em equilíbrio.****

Existem outros casos, em que o problema se deve á forma como a pessoa encara a vida – as suas crenças relativas á sua interpretação da realidade (que causam mal-estar e ansiedade). O Magnésio nestes casos é de extrema importância, e a pessoa deve igualmente ser acompanhada por  Médicos, e profissionais em Saúde Integral, no sentido de proporcionar uma orientação para uma transformação pessoal.

A razão pelo qual o magnésio é tão eficaz é porque muitas pessoas sofrem de sintomas de ansiedade mais pronunciados em resultado da sua deficiência de magnésio. Ao tomar suplementos de magnésio, estes indivíduos já não são deficientes”.
Por: Elisabete Milheiro


Fontes:

http://solucaoperfeita.com/magnesio/

Os transtornos de ansiedade têm cura?

 Qual o tratamento?

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Sentindo -se muito "estourado"? Sem Paciência? Fique Atento!

Síndrome do "pavio curto"- Transtorno Explosivo Intermitente 



O que você deve saber sobre o Transtorno Explosivo Intermitente -TEI

 ATAQUE DE FÚRIA, DISTÚRBIOS, INSTABILIDADE DO HUMOR, TRANSTORNO DO IMPULSO...

 Transtorno Explosivo Intermitente

O Transtorno Explosivo Intermitente – TEI – se percebe naquelas pessoas que são chamadas, popularmente, de “pavio curto”. 
- São pessoas que não conseguem conter seus impulsos agressivos – é importante salientar que a agressividade Não é premeditada. 
- Costumam ter comportamentos agressivos – ataques de fúria e de agressividade, tais como: ameaçar, berrar, xingar, fazer gestos obscenos, avançar sinais de trânsito, até formas mais violentas de explosão, como atirar objetos contra a parede e/ou nas pessoas e envolver-se em ataques físicos contra familiares, brigas no trabalho, nos bares, destruindo veículos no trânsito, etc.
- Geralmente têm dificuldade em avaliar as consequências de seus atos para si e para os outros.
 - Frequentemente sentem-se responsáveis por seus atos, demonstrando arrependimento, vergonha, culpa e tristeza.

Como o Transtorno Explosivo Intermitente se desenvolve

- Não existe uma causa única para o desenvolvimento do TEI –Transtorno Explosivo Intermitente.
 - Há fatores biológicos (disfunção na transmissão da serotonina), sociais, ambientais e psicológicos. 
 - É frequente encontrarmos membros das famílias dos portadores de TEI também com o transtorno. Muitas vezes esses indivíduos vêm de famílias instáveis, nas quais estão presentes a dependência do álcool e/ou drogas, explosões verbais e abusos físicos e emocionais. 
 - O portador do transtorno explosivo intermitente geralmente manifesta baixa tolerância à frustração, desenvolvendo uma incapacidade de gerenciar a raiva e a hostilidade, tornando-se instável afetivamente devido à incapacidade de controlar seus sentimentos e emoções. Adota, por isso, comportamentos de risco com manifestações de violência.

 Identificando se alguém está com esse problema

O diagnóstico de TEI somente deve ser feito após uma avaliação médica e psicológica.
A frequência na perda de controle sobre a agressividade (último ano, último mês)
– se for superior a 2x por semana;
se os ataques de agressividade são desproporcionais ao fato que o gerou;
se os ataques explosivos não são premeditados;
se após as explosões aparecerem sentimentos de vergonha, culpa, arrependimentos, tristeza, choro etc.;
se a família possui outros membros com o mesmo comportamento (normalmente existem outros membros com o mesmo comportamento);
se os episódios de agressividade incluem ataques físicos e destruição de objetos e/ou propriedades;
se os ataques de agressividade são repentinos (esse é o comportamento habitual nos portadores de TEI);
se o comportamento agressivo é acompanhado por sensações físicas de fadiga, forte tensão, formigamento, tremores, palpitações, aperto no peito, tensão nas costas, pressão na cabeça, pensamentos raivosos que levam a fortes impulsos de agir agressivamente. (os portadores de TEI revelam “necessidade de atacar”, “necessidade de ferir”, “pico de adrenalina”, “sangue nos olhos”, ou “vontade de matar alguém” e alívio da tensão após o ato agressivo).


O  Tratamento do Transtorno Explosivo Intermitente

Em virtude dos problemas causados à própria vida dos portadores e dos que com eles convivem, é necessário o tratamento médico e psicológico como uma forma de reduzir a intensidade e frequência dos episódios violentos devolvendo, assim, uma vida de melhor qualidade a esses indivíduos.

O tratamento médico geralmente inclui o uso de anti-depressivos.
Quanto ao tratamento psicológico, as terapias nos modelos cognitivo-comportamental e cognitivo-construtivista são as que demonstram maior eficácia na redução dos níveis de intensidade e frequência dos episódios violentos.

domingo, 2 de abril de 2017

Ainda sobre Despersonalização



Despersonalização


O transtorno de despersonalização é caracterizado por uma sensação persistente ou recorrente de separação do próprio corpo ou processos mentais (despersonalização) e por uma sensação de ser um observador externo da própria vida.

  • Esse transtorno geralmente é desencadeado por exposição a um perigo de risco à vida ou outro estresse grave.
  • Sentimentos de separação do self podem ocorrer periódica ou continuamente.
  • Após a realização de testes para descartar outras possíveis causas, testes psicológicos ajudam a diagnosticar o transtorno.
  • A psicoterapia e a terapia cognitivo-comportamental ajudam algumas pessoas.
Sentir-se temporariamente separado (despersonalizado) é o terceiro sintoma psicológico mais comum (após a ansiedade e a depressão). Esse sentimento ocorre normalmente após as pessoas vivenciarem um perigo com risco à vida, após usarem certas drogas (por exemplo, maconha, alucinógenos, quetamina e êxtase), ficarem muito cansadas ou privadas de sono ou de estimulação sensorial (como pode ocorrer em uma unidade de tratamento intensivo). O transtorno de despersonalização ocorre em cerca de 2% da população.

Sintomas

As pessoas se sentem separadas de seu corpo, mente, sentimentos ou sensações. Elas podem dizer que se sentem irreais, como um robô, ou como se estivessem sonhando ou separadas do mundo de alguma outra forma. As pessoas podem descrever a si mesmas como um “morto-vivo”. Os sintomas quase sempre causam muito desconforto. Algumas pessoas os acham intoleráveis.
Os sintomas são quase sempre persistentes. Os sintomas recorrem em episódios em cerca de um terço das pessoas e ocorrem continuamente em cerca de dois terços. Os sintomas episódicos algumas vezes se tornam contínuos.
As pessoas muitas vezes têm uma grande dificuldade em descrever seus sintomas e podem temer ou crer que estão ficando loucas. No entanto, as pessoas permanecem conscientes de que suas experiências irreais não são reais, mas que se tratam apenas do modo como elas se sentem. Essa consciência é o que separa o transtorno de despersonalização do transtorno psicótico. Pessoas com transtorno psicótico nunca têm essa consciência.

Diagnóstico

Os médicos suspeitam do transtorno com base nos sintomas. Um exame físico e, algumas vezes, outros testes são realizados para descartar outros transtornos que poderiam causar os mesmos sintomas, incluindo outros transtornos mentais e o abuso de drogas. Os testes podem incluir imagens por ressonância magnética (IRM), eletroencefalografia (EEG) e exames de urina para detectar drogas. Testes psicológicos, entrevistas e questionários estruturados também podem ajudar os médicos a definirem diagnóstico.

Tratamento e prognóstico

O transtorno de despersonalização frequentemente desaparece sem tratamento. As pessoas são tratadas apenas se o transtorno persistir, recorrer ou causar angústia. Psicoterapia, incluindo a terapia cognitivo-comportamental, mostrou-se eficaz para algumas pessoas. O transtorno de despersonalização frequentemente é associado a outros transtornos mentais ou desencadeado por estes e tais transtornos exigem tratamento. Quaisquer estresses associados com o início do transtorno de despersonalização também devem ser tratados.
As técnicas que podem ajudar incluem as seguintes:

  • Técnicas cognitivas podem ajudar a bloquear o pensamento obsessivo sobre um estado irreal de ser.
  • Técnicas comportamentais podem ajudar as pessoas a ficarem absorvidas em tarefas que as distraem da despersonalização.
  • Técnicas de retorno ao real usam os cinco sentidos (audição, tato, olfato, paladar e visão) para ajudar as pessoas a se sentirem mais conectadas a si próprias e ao mundo. Por exemplo, toca-se música em volume alto ou um pedaço de gelo é colocado na mão. Essas sensações são difíceis de ignorar, tornando as pessoas conscientes de si mesmas no momento presente.
  • Técnicas psicodinâmicas se concentram em ajudar as pessoas a enfrentar conflitos intoleráveis que estão dissociados da consciência e os sentimentos associados a eles.

Em geral, consegue-se algum grau de alívio com o tratamento. Muitas pessoas conseguem se recuperar por completo, sobretudo aquelas cujos sintomas estão ligados a qualquer estresse que possa ser identificado durante o tratamento. Outras pessoas não respondem bem ao tratamento, embora possam melhorar sozinhas gradualmente. Poucas não respondem a nenhum tratamento. Medicamentos ansiolíticos e antidepressivos às vezes ajudam, particularmente se as pessoas também tiverem ansiedade ou depressão.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Desconfiado que você tem Ansiedade Generalizada? Preste atenção ao sintomas...

Os Principais Sintomas de Transtorno de Ansiedade Generalizada 


Transtorno de ansiedade generalizada (TAG) pode afetá-lo fisicamente e mentalmente.

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa. Algumas pessoas têm apenas um ou dois sintomas, enquanto outras têm muitos mais.
Você deve consultar o seu médico se a ansiedade está afetando sua vida diária ou está causando angústia.

Sintomas Psicológicos da Ansiedade
TAG pode causar uma mudança em seu comportamento e a forma como você pensa ou sente sobre tudo, resultando em sintomas que têm duração de 6 meses, tais como:
  • Inquietação
  • Sensação de medo constante.
  • Sentimento de estar constantemente "no limite".
  • Dificuldade de concentração.
  • Irritabilidade
Estes sintomas podem afastar a pessoa do convívio social de seus entes queridos, (ver sua família e amigos) para evitar sentimentos de preocupação e temor.
O indivíduo também pode encontrar sérias dificuldades e limitações para executar tarefas simples do cotidiano, como ir para o trabalho, podendo ser muito difícil e estressante. Estas ações podem fazer com que a pessoa se preocupe ainda mais sobre si mesmo e aumentando ainda mais a perda de auto-estima.


Os sintomas físicos da TAG
Tontura, cansaço, piscar de olhos visivelmente forte, palpitações, dores musculares e tensão, tremedeira ou agitação, boca seca, suor excessivo, falta de ar, dor de estômago, sensação de estar doente, dor de cabeça, coceira, dificuldade de iniciar ou manter o sono ( insônia ).


Gatilhos da Ansiedade
Se você está ansioso por causa de uma específica fobia ou por causa de transtorno do pânico, normalmente você vai saber o que é a causa.
Por exemplo, se você tiver claustrofobia (medo de espaços confinados) , você sabe que ficar confinado em um pequeno espaço irá desencadear a sua ansiedade.
No entanto, se você tem TAG, nem sempre será claro o motivo que faz você se sentir ansioso. Não sabendo o que desencadeia a sua ansiedade, isso pode intensificá-la e você pode começar a se preocupar ainda mais.
Caso desconfie, procure um médico Psiquiatra e faça uma consulta. Busque ajuda! <3 


quarta-feira, 29 de março de 2017

Transtornos de Ansiedade e sua relação com Depressão

Transtornos de Ansiedade?  Depressão? 

Embora todos nós nos sintamos tristes ou desanimados de vez em quando, ansiedade extrema e depressão não são sintomas normais. Se essas sensações começarem a interferir o seu prazer de viver a vida, talvez você esteja sofrendo de uma séria doença mental.

Existem diversos tipos diferentes de transtornos de ansiedade. É fato que milhões de pessoas em todo mundo sofram com algum tipo de transtorno de ansiedade.

A seguir estão alguns transtornos de ansiedade mais comuns:

Transtorno de ansiedade generalizada é o termo utilizado para ansiedade constante, mas não está ligado a uma única causa. Pessoas nestas condições vivem em uma estado absurdo de tensão e preocupação contínua.

O transtorno do pânico é caracterizado por ataques de pânico. Breves episódios de medo geralmente duram menos de dez minutos e são acompanhados por suor, tremor, falta de ar ou perturbação mental. Muitas pessoas que sofrem de transtorno de pânico, no início, acreditam que estão tendo um ataque cardíaco.

Transtorno de estresse pós-traumático é a ansiedade causada pela exposição a eventos como combate militare, abuso sexual, desastres naturais ou assaltos e outros crimes. Normalmente os sintomas começam dentro de três meses da data do evento.

O transtorno obsessivo-compulsivo é marcado por uma repetida obsessão por limpeza ou medo de contaminação. Pessoas que sofrem do transtorno obsessivo-compulsivo têm uma necessidade extrema de deixar as coisas em ordem, limpas e arrumadas.

Fobias são situações específicas de medo. As fobias mais comuns são o medo de voar, medo de animais, medo de lugares tumultuados. A fobia social também é conhecida como transtorno de ansiedade social.

A relação entre Ansiedade e Depressão

Muitas pessoas vêem a depressão como um transtorno que resulta na falta de energia, mas o oposto disso acontece frequentemente. Os que sofrem de depressão se tornam tão ansiosos que eles não são capazes de relaxar, descansar ou dormir.

Quem sofre de algum transtorno de ansiedade sente angústia em situações que uma pessoa normal não sentiria. Por exemplo, o indivíduo pode ser incapaz de ir a uma loja de conveniências sem sentir medo. Em casos mais complicados, pacientes com transtorno de ansiedade são simplesmente incapazes de trabalhar ou manter amizades.

Não há um causa única para ansiedade e depressão. As condições parecem vir de família, mas pode-se diagnosticar a patologia mesmo se nenhum parente apresenta algum dos sintomas. O estresse pode agravar a ansiedade e a depressão e os sintomas podem durar por mais tempo mesmo que o evento causador do estresse já tenha ocorrido.

Opções de Tratamento

Embora a ansiedade e o estresse sejam condições relacionadas, elas não são a mesma coisa. Os sintomas de cada transtorno deve ser tratado separadamente para que o tratamento ocorra bem.

Muitos recebem receitas de medicamentos para o tratamento da ansiedade, como o Valium e o Xanax, os dois remédios mais indicados para a ansiedade. O anti-depressivo Paxil também é usado para tratar o transtorno de ansiedade generalizada. Entretanto, os medicamentos para ansiedade podem trazer efeitos colaterais. É importante discutir as vantagens e desvantagens destes medicamentos com o seu médico psiquiatra antes de começar o tratamento.

Enquanto os medicamentos podem ser uma opção bem útil no tratamento tanto da ansiedade como da depressão, seu médico pode lhe recomendar consultas com psiquiatras treinados ou psicólogos. Esses profissionais poderão lhe ajudar a identificar seus sentimentos e mudar seus comportamentos auto-destrutivos. Esta é uma maneira segura e efetiva para o paciente lidar com os sintomas da ansiedade e da depressão.

Fonte: www.Psicopatologia-Psiquiatria.com